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©Ana Viotti_6 SETEMBRO-22.jpg

É performer, músico e arte-educador. 

 

Dedica-se às práticas sonoras e corporais no encontro com pessoas de muitas idades. Vivenciar o som de diferentes maneiras e proporcionar sua interação com outras formas de expressão artística é sua proposta, a partir das experiências em música, produção e educação musical, teatro, artes do corpo, de sua graduação em Artes Cênicas e mestrado em “Educação, Práticas Artísticas e Inclusão”.

 

Desde 2010 desenvolve trabalhos pedagógicos que aproximam musicalidade e corporeidade em aulas/oficinas de expressão musical, expressão corporal, dança criativa, música e preparação musical para a cena.

 

Em sua trajetória artística de 2005 a 2015 envolveu-se ativamente com música em linguagens diversas como sonoplasta, compositor, músico e músico-ator em teatro infantil, teatro de rua, palhaçaria, núcleos de artes performativas e música para dança/teatro. 

 

Também atuou como instrumentista (percussão e contrabaixo) em grupos de música instrumental, orquestra, côro, música popular brasileira e música para infância, dentre muitos, a se destacar: Banda de Monstros e outros Bichos, Grupo vocal Arte InCena, Sexteto de Música Instrumental Mineira, A Banda do Sargento Paçoca, Quarteto Gafieira e OPC - Orquestra Popular do Cerrado, e com a qual tocou com grandes nomes da música brasileira como João Donato, Toninho Horta, Wagner Tiso e Daniel Jobim. 

 

Ainda sob a perspectiva de artes integradas e produção artística, já atuou na operação de som, concepção de cenários, materiais de cena, desenho de luz e iluminação, e colaborou na direção técnica de grupos de teatro e em espetáculos pontuais.

 

No ano de 2014 lançou seu primeiro álbum autoral de música para infância intitulado Histórias de Monstros e outros Bichos, no qual esteve à frente das composições, gravações, arranjos, produção musical e executiva do disco, tendo realizado no ano seguinte uma série de concertos deste trabalho.

 

Em 2016, migrou para Lisboa, e junto com Clara Bevilaqua, criou o núcleo de trabalhos e estudos Baileia, com o qual realizam espetáculos, concertos e oficinas para as infâncias e famílias.

 

Desde 2017 integra a equipa do c.e.m - centro em movimento, em Lisboa, nomeadamente no trabalho com a comunidade na Creche da Encosta do Castelo.

Destaca-se os seus últimos processos criativos:

 

Como criador e performer nos espetáculos:  Conversas de corpo (2014), Confetes Contados (2015), O menino, o anel e o mar (2015), Junto (2018), Com a casa às costas (2020), Será Sereia? (2021), 10Dobras (2021), Baile do fundo do Mar (2022), Rádio Pátio (2022), Curupira Ternura Selvagem (2025). 

 

Como músico-performer, músico-criador e direção musical: Conversas de corpo (2014), Confetes Contados (2015), Concerto História de monstros e outros Bichos (2015), O menino, o anel e o mar (2015), Música de Brincar (2020), Será Sereia? (2021), 10Dobras (2021) Baile do fundo do Mar (2022), Pierrete (2022), A Inacreditável Grande Fanfarrinha (2023), 

 

Como criador e produtor musical, músico e engenheiro de som: 

Os vídeo-danças -  “Pequenos Poemas do Agora”, com a Cia Marina Nabais, 

Os podcasts - “Rádio Copro”, com o c.e.m.  "Palmeiras, um palácio em Revolução", com Muxirão Edições. "50 anos em 50 minutos", com CICS.NOVA. "What´s going wrong and how to put it right", com Corporate Europe Observatory.

As trilhas sonoras para os espetáculos - in.do (2024). Curupira Ternura Selvagem (2025). 

 

​Sobre estes e outros projetos de criação sonora, conferir o link abaixo:

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