

Artista-educadora-investigadora. Estudante do Mestrado em Educação, práticas artísticas e inclusão no Instituto Politécnico de Setúbal. Dedica-se aos estudos do corpo no encontro com pessoas nos primeiros anos de vida, investigando a construção da autonomia no corpo de cada uma-um. Atualmente integra a equipa da Baileia Associação Cultural e do c.e.m centro em movimento. É co-criadora, desde 2016, da Baileia: um núcleo de investigação e criação artística dedicada às infâncias. Licenciada em Teatro pela Universidade Federal de Uberlândia (Brasil). Atua há 18 anos como bailarina, professora e criadora em dança. Iniciou sua formação no Uai Q Dança (Brasil). Foi bailarina da Uai Q Dança Cia, atuou como diretora artística da Cia Jovem do Uai Q Dança e integrou a equipa de produção do Olhares sobre o Corpo, idealizado por Wagner Schwartz e Fernanda Bevilaqua. Dedicou-se aos estudos de Eutonia com Fernanda Bevilaqua. Participou no programa de Mobilidade Internacional no curso de Dança da FMH/Lisboa. Iniciou seus estudos e investigação no c.e.m com Sofia Neuparth, Mariana Lemos, Peter Michael Dietz e Margarida Agostinho, na formação "Corpo Zero", estágio em estudos do corpo e participou do programa de investigação “Risco da dança”. Atualmente desenvolve trabalhos de mediação para diversos serviços educativos do país, com destaque para: CCB, Museu da Música Portuguesa, IndieJr – Festival de Cinema, Rede de Bibliotecas Municipais, Conservatório de Música de Sintra, CCC Caldas da Rainha. Atuou como bailarina-criadora de “Conversas de Corpo” (2014), “JUNTO” – criação Coletivo Lagoa (2018) “Com a casa às Costas” – criação Coletivo Lagoa (2020), “Será Sereia?” – criação Baileia (2021), “Rádio Corpo” – co-criação com c.e.m (2021-22), “baile do fundo do mar” – criação Baileia (2022), “10dobras” – criação Baileia (2022), "Radio Corpo Serralves em Festa" (2023), “in do ~ histórias com o céu às costas” (2024). Realizou assistência pedagógica e coreográfica de "Com os pés" (2024) de Marina Nabais Dança. Fez direção de movimento de “MEMO” (2024) de Marlene Barreto - Mescla Associação. É encenadora de “Curupira Ternura Selvagem” (2025) co-criação da Baileia com a Mente de cão.